terça-feira, 3 de abril de 2007

Economia

  A Bolívia é há muito tempo um dos países mais pobres e menos desenvolvidos da América Latina, tendo feito progressos consideráveis no sentido do desenvolvimento de uma economia de mercado. Durante a presidência do presidente Sánchez de Lozada (1993-97) a Bolívia assinou um tratado de livre comércio com o México, tornou-se membro associado do Mercado Comum do Cone Sul (Mercosul) e procedeu à privatização da linha aérea estatal, da companhia de telefones, dos caminhos de ferro, da companhia elétrica e da companhia petrolífera.

  O crescimento abrandou em 1999, em parte devido a políticas orçamentais restritivas que limitaram os fundos necessários para programas de luta contra a pobreza e às consequências da crise financeira asiática. No ano 2000, sérios distúrbios públicos em Abril e em Setembro/Outubro baixaram o crescimento para 2,5%. O PIB boliviano não cresceu em 2001 devido ao abrandamento global e à vagarosa atividade doméstica. Espera-se que o crescimento tenha se recuperado a parir de 2002, mas o déficit fiscal e o peso da dívida externa permanecerão elevados.

 

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